Agradecimentos

Ao iniciar o projeto do Bosque Sonho do Carneiro, recebí de imediato o apoio das seguintes pessoas e entidades, principalmente com o fornecimento de mudas:

Diocelino Cunha, à época chefe do departamento da Usina Hidroelétrica de Curuá-Una, que estava efetuando o reflorestamento das margens degradadas do rio Curuá-Una;
Vera Bastos, do Museu Emílio Goeldi; AIMEX; Elaine Bernardi, da BIOVERDE, empresa viveirista de Limeira, São Paulo, que efetuou vendas de mudas de grande variedade e qualidade pelos Correios; comprovando que este sistema de transporte de mudas é eficaz, quando feito por empresas sérias.

Além destes, ao conhecerem o projeto, tornaram-se grandes incentivadores e orientadores (além de fornecer mudas e sementes que ainda não constavam da relação do Bosque), Camilo Vianna, preservacionista, e Kleber Poirotes, engenheiro florestal, e outros amigos que passaram a exortar a que o projeto não fosse paralisado quando a luta pelo preservacionismo mostrava a sua face mais cruel, que é a indiferença, o descaso e o caçoísmo, incentivadores como Gandur Zaire e Marcli, Gui Malato e Lurdinha e Olavo Rocha, sem esquecer as duas maiores admiradoras do "sítio" onde está implantado o Bosque, Célia Carneiro e Rosa Maria Bitar, mãe e irmã do idealizador, foram de fundamental importância para a continuidade do projeto. Claro que não se poderia deixar de registrar agradecimentos aos familiares integrantes do "núcleo doméstico", principalmente a Alfredo Carneiro, filho do idealizador, criador do Site Mania de Amazônia.

Somente com a ajuda das pessoas e entidades citadas (além de outras que eventualmente conseguiram mudas específicas) seria possível conseguir as quase 400 espécies arbóreas e palmáceas (não estão relacionadas nem pesquisadas as espécies de sub-bosque adquiridas, recebidas ou nascidas espontaneamente na área), tornando o Bosque Sonho do Carneiro um dos maiores Bancos Genéticos em quantidade e diversidade de espécies plantadas, (talvez o maior particular da Amazônia neste aspecto), fazendo com que o BSC esteja preparado para contribuir para reflorestamentos não apenas da região amazônica, como de outras regiões brasileiras (por motivos óbvios somente não foram introduzidos vegetais que necessitem de clima ameno ou frio), bem como para uma atividade importante que é o paisagismo, com a presença de espécies vegetais (principalmente palmeiras) cultivadas para alindamento de espaços, além, de estar à disposição da ciência para a efetivação de estudos que acelerem a obtenção de mudas com novas técnicas de multiplicação vegetal.